CUIDADO COM AS BEBIDAS

Essa é para quem anda exagerando na birita. Estudo realizado com camundongos e divulgado no jornal americano Alcoholism: Clinical and Experimental Research revelou que algumas regiões do cérebro podem diminuir por causa do consumo elevado de álcool em quem não possui um tipo específico de receptor de dopamina – importante neurotransmissor que “protege” contra a dependência.

Mesmo que não dê para sabermos exatamente quem tem ou não esse receptor, nós, mulheres, já temos motivo suficiente para maneirarmos na bebida. “Uma vez absorvido pelo organismo, o álcool se mistura com a água do corpo. Como as mulheres têm um volume de sangue circulante e uma quantidade de água corporal menor que os homens, para uma mesma ingestão de bebida, a concentração sanguínea será maior nelas, e consequentemente atingirá níveis que levarão à embriaguez mais facilmente”, explica o endocrinologista e nutrólogo Wilmar Accursio, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Envelhecimento. E mais: nós temos menor atividade da enzima ADH, que metaboliza o álcool.
Fonte:www.revistaanamariabraga.uol.com.br

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